link href='data:image/x-icon;base64 Blog do Fantasma - Notícias: Cariocas deixam gestão do Operário para Iurk


Investimento "em vão" e pressão da torcida e imprensa seriam os motivos para saída. Premier Soccer vai continuar com as categorias de base

Por Emmanuel Fornazari, Net Esporte Clube (Publicado em 20/09/2011 às 09:09)

O ditado diz: "Quem não tem teto de vidro, que atire a primeira pedra". Pois, a Premier Soccer cansou de trocar o telhado pelas diversas pedradas que recebeu durante a fraca campanha do Operário Ferroviário Esporte Clube (OFEC) na série D do Campeonato Brasileiro.

"Eles ficaram sensibilizados, tristes, pelas diversas críticas que receberam", diz o presidente do Fantasma, Carlos Roberto Iurk. No entanto, a parte financeira pesou de maneira fundamental para a saída do grupo de investidores cariocas.

Questionado se a Premier Soccer ficaria se os resultados fossem positivos, com valia nos investimentos - mesmo com críticas da imprensa - o presidente resumiu. "Não houve tempo para retorno financeiro".

A Priemier se posiciona agora como uma colaboradora. "Deixamos de ser gestores para sermos investidores e também para dar atenção a base", explica o ex-gerente de Futebol e funcionário da empresa carioca, Tito Araújo.

Político, o ex-diretor técnico, Jair Pereira, afirma que "Premier não sai do Operário. Eu estava com medo deles se desligarem completamente, mas não é isso que vai acontecer. Vamos ser parceiros. Só mudou a forma". Como também é funcionário da empresa, Pereira não sabe se fica no Operário.

Agora, a gerência de futebol do Fantasma fica nas mãos do presidente Carlos Roberto Iurk. "Dizem que não somos capazes de tocar o futebol, agora vamos ver se isso é verdade". Para ele, "o Operário precisa ir atrás de novos investidores, porque sozinho o clube não consegue fazer futebol".

O presidente diz que é "meio verdade, meio especulação a chegada de um grupo espanhol". Em relação ao rompimento, Iurk não acredita que o Operário foi feito de cobaia pela Premier Soccer. "Se fosse assim, eles nos deixariam 100%", conclui.

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